Info Atualidade

Info Atualidade (408)

No mês de junho abre o prazo de inscrição para os cursos da UAb na Galiza

Universidade Aberta de Lisboa

É fruto do acordo assinado pela Universidade
e a Academia Galega da Língua Portuguesa

PGL - No vindouro mês de junho inicia o prazo para o público galego se inscrever nos cursos que a Universidade Aberta (UAb) vai ministrar no centro que vai abrir Galiza a partir do curso 2010-2011.

Cumpre lembrar que esta possibilidade é graças a um acordo de colaboração assinado entre a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) e a UAb no Seminário de Lexicologia, que teve lugar em Compostela no mês de outubro do ano passado.

O alunado residente na Galiza que possuir um título universitário ou bem tenha superado, em algum momento, quanto menos uma matéria de uma titulação universitária (esteja ou não adequada a Bolonha) não precisa de realizar exame de acesso, e pode inscreverse diretamente naUAb sem mais requisitos.

Como é lógico, a língua veicular do ensino na UAb é o português. Porém, nos cursos em que se ministram línguas estrangeiras, o nível de conhecimentos prévio necessário para os realizar pode ser consultado na informação docente de cada matéria.

Aquelas pessoas que ainda não frequentaram uma instituição de ensino superior devem realizar um exame de acesso específico, além de ter superado as Provas de Acesso à Universidade (PAAU) da Galiza ou a prova de acesso para maiores de 25 anos.

A taxa de inscrição por cada crédito ECTS é de 18€, de forma que o preço por cada matéria ou unidade curricular é de 180€. As licenciaturas costumam ter um total de 180 créditos , estruturados em três anos académicos, se bem, é o aluno quem decide o número de matériasemque se inscreve cada ano.

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Academia Galega ganha o prémio Meendinho

Logótipo da Fundaçom Meendinho

A Associação Pró Academia
também esteve entre as entidades votadas

PGL - O padroado da Fundaçom Meendinho anunciou que a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) resultou ganhadora dos prémios outorgados polo colectivo. A adjudicaçom fizo-se entre as entidades e/ou pessoas propostas por votaçom popular.

Segundo a Fundaçom, «fôrom muitas as entidades e pessoas votadas para receber o prémio», entre as quais também a AGAL, Ângelo Cristóvão, a Associação Pró Academia,  ASPG-P, Chrys Chrystello, Ernesto Vázquez Souza, Fernando V. Corredoira, a Fundaçom Artábria, a Gentalha do Pichel, Martinho Monteiro Santalha ou o Movimento Internacional Lusófono (MIL).

Porém, o padroado decidiu outorgar o prémio à AGLP por, entre outras, algumhas das seguintes razons:

  • Porque, pola primeira vez, «na Galiza temos uma Academia da Língua».

  • Por existir «um antes e um depois», desde a sua constituiçom «a respeito da projecçom e da realidade da língua galega na Lusofonia toda, e como um elemento mais dela».

  • Por ter feito realidade com o seu trabalho «que os escassos galeguismos diferenciadores, que existem no português da Galiza, entre 800 e 1.300 palavras, algumas comuns com o norte de Portugal, que nom eram recolhidos nos dicionários comuns de português, hoje já estejam incorporados aos principais dicionários de português».

  • Polo prestígio «justamente ganho na sua curta história» e «polo leque escolhido de magníficas personalidades da Galiza que a componhem».

  • Por ajudar a criar «umha imagem prestigiosa da língua da Galiza, na Galiza e no nosso mundo».

  • Por «sabermos que premiando a Academia estamos premiando todos os seus componentes e as pessoas e instituiçons promotoras do projecto».

O prémio será entregue em 12 de junho numha ceia que terá lugar no "Hotel Congreso" (Montouto, Teu), «que, decerto, há de se converter numha afirmaçom do reintegracionismo», enfatiza a Meendinho. Para comunicar e reservar a assistência à ceia é necessário escrever para meendinho[arroba]galiza-gz.info ou ligar para o +34 661 418 661.

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Dos mestres à Academia Galega da Língua Portuguesa na Galiza

Professor Ricardo Carvalho Calero

O estudantado da USC lembra Carvalho Calero

O presidente da AGLP, José-Martinho Montero Santalha, participará na semana de atividades em lembrança do professor Ricardo Carvalho Calero organizada pela Assembleia de Filologia da USC, em colaboração com o Departamento de Português, entre 10 e 20 de maio.

As atividades da Assembleia de Filologia serão na Sala de Graus da faculdade, e já solicitaram um crédito de livre configuração. A motivação para dedicar uma semana a Carvalho Calero deve-se à negativa da RAG de lhe conceder o Dia das Letras «por questões que ultrapassam o literário e lingüístico e se inserem simplesmente em disquisições políticas».

Lembram Carvalho Calero como «a memória da inteletualidade e do galeguismo do século XX» e conetor entre o Partido Galeguista e o novo nacionalismo galego «após a longa noite de pedra». Por isto, vindicam a homenagem para «um dos bons e generosos da Galiza».

eixosA seguir reproduzimos o programa desta semana, que durará 32 horas repartidas em três paineis temáticos:

1.- Carvalho Calero: biografia e inter-história (duração: 11 horas)

10 de Maio

  • 15:30 horas — Apresentação da Semana das Letras

  • 16:00 horas — O legado global de Carvalho Calero, por Aurora Marco.

  • 17:00 horas — Carvalho Calero e o Partido Galeguista, por Justo Beramendi.

  • 19:30 horas — Ricardo Carvalho Calero, historiador da literatura, por Arturo Casas.

11 de Maio

  • 16:00 horas — Projeção da entrevista a Carvalho Calero e debate posterior

  • 18:00 horas — Dos mestres à Academia Galega da Língua Portuguesa na Galiza. Percurso polo pensamento linguístico de Murguia, João Vicente Biqueira, Risco, Castelao e Carvalho Calero, por José-Martinho Montero Santalha.

2.- Carvalho Calero: a sua obra linguística: (duração: 10 horas e 50 minutos)

12 de Maio

  • 16:00 horas Apresentação

  • 16:30 horas — De Rodrigues Lapa a Carvalho Calero. O galego (im)possível? A evolução na teorização linguística de Carvalho. A “radical” proposta de Rodrigues Lapa. Reações a favor e em contra na Galiza. A herança de Carvalho no regeneracionismo, por Roberto Samartim e Valentim Rodrigues Fagim.

  • 19:30 horas — A gramatização e a elaboração formal da língua galega antes de 1980, por Ramón Mariño Paz.

18 de Maio

  • 16:00 horas — Entre o normativismo e o utilitarismo, perspetivas de Carvalho Calero e o Reintegracionismo desde o século XXI, por Carlos Figueiras.

  • 18: 30 horas — Carvalho Calero na lembrança, por Carme Blanco

3.- Carvalho Calero e a sua obra literária (duração: 10 horas e 50 minutos)

19 de Maio

  • 16: 00 horas Apresentação

  • 16:30 horas — 'Scórpio' e a obra narrativa de Carvalho Calero, por Carlos Quiroga

  • 19:00 horas — A obra teatral de Carvalho Calero, por João Guisám Seixas

20 de Maio

  • 16:00 horas — Recital lúdico-poético e leitura de um texto final reclamando o Dia das Letras Galegas para Carvalho. Recital a cargo de Carlos Quiroga, Alicia Fernández e Gonzalo Ermo. Leitura de uma escolma de poemas de Carvalho Calero.

  • 17:30 horas — Exposição da Fundaçom Artábria sobre Carvalho Calero. Com debate posterior

  • Pausa-café (30 minutos)

  • 20:00 horas — Encerramento da Semana das Letras. Conclusões e leitura do manifesto da Assembleia de Filologia para a o recolha de assinaturas para um Dia das Letras Galegas para Ricardo Carvalho Calero.

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Participação das duas representantes da AGLP nos Colóquios da Lusofonia

Concha Rousia e Isabel Rei ao pé da estátua de Machado de Assis, na entrada da ABL

Concha Rousia e Isabel Rei ao pé da estátua de Machado de Assis,
na entrada da ABL

PGL – O último dos “Colóquios da Lusofonia”, celebrado no mês de março no Rio de Janeiro contou com a participação de duas representas da Academia Galega da Língua Portuguesa, Concha Rousia e Isabel Rei. Oferecemos a seguir o fragmento das conclusões que atendem à presença das representantes da Galiza.

No Rio de Janeiro, a Academia Galega celebrou um protocolo com o Real Gabinete Português de Leitura; os Colóquios também firmaram mais uma parceria com o Liceu Literário Português.

Foi, igualmente, nomeada Isabel Rei Sanmartin como Guitarrista residente dos Colóquios e ficou prometida a futura atuação conjunta da Guitarra da Galiza e da música de piano dos Açores em moldes a definir por Ana Paula Andrade e Isabel Rei.

Pela sua parte, Concha Roussia participou ministrando a conferência O Acordo Ortográfico e a língua na Galiza, poder e responsabilidade [PDF].

Galiza e a CPLP

Os Colóquios da Lusofonia lançaram o repto à Academia Brasileira de Letras, à Academia das Ciências de Lisboa e a todas as entidades que apoiem a imediata entrada da Academia Galega da Língua Portuguesa com o estatuto de observador na CPLP, comprometeram-se a envidar todos os esforços para a consecução de tal desiderato.

Os Colóquios na Galiza

Igualmente se aventou a hipótese do XIV Colóquio (e seguintes) em Bragança (1 a 5 de Outubro 2010) se poder repartir pela Galiza e pela Guarda por exemplo, dados os convénios já celebrados e o desejo repetidamente expresso pela Galiza (Academia Galega da Língua Portuguesa) de ali realizar e/ou sediar os Colóquios atualmente com base em Bragança (Portugal).

Palavras de Concha Roussia

Concha Roussia, da Academia Galega da Língua Portuguesa, salientou os convénios firmados pela delegação nesta sua visita ao Brasil incluindo a inauguração do Instituto Cultural Galiza-Brasil e os vários protocolos firmados com instituições, salientando a excelente integração de novos participantes no seio dos Colóquios. Referindo-se ao novo acordo ortográfico, referiu a dificuldade generalizada que a mudança implica e sua habituação às novas regras, esperando ser possível concretizar a breve trecho uma Gramática da Língua Portuguesa comum a todos os lusofalantes. Quis realçar ainda a rica e bela diversidade da língua Portuguesa com as suas variantes e realçou que esta ganha eficácia pela implantação generalizada do novo Acordo ortográfico.

Ainda, Roussia comprometeu-se a enviar à CPLP os objetivos da Academia Galega para fundamentar o seu pedido de adesão com o apoio da sociedade civil aqui representada pelos Colóquios da Lusofonia, salientando que Goa e Galiza fazem falta à CPLP e que seria profícuo vir a criar um canal de televisão lusófono abrangendo todos os países, mas que seria necessária muita vontade política para tal se concretizar.

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Iniciação à Língua Portuguesa no ensino secundário

Logótipo Associação Pró AGLPCurso patrocinado pela Associação Cultural Pró AGLP

PGL - Começou o passado dia 12 de abril no Liceu (IES) Camilo José Cela de Padrão um curso de iniciação à Língua Portuguesa, ministrado pela professora Glaucy Furtado da Cunha com o patrocínio da Associação Cutural Pró AGLP.

Com a duração de 1 hora semanal, tem por objetivo dar uma informação sintética da norma internacional da nossa língua, de modo a promover o interesse dos alunos por esta matéria. Pretende-se com isto ajudar a criar a demanda para dar início, durante o próximo curso escolar 2010-11, de aulas de Língua Portuguesa como segunda língua estrangeira, como fórmula possível dentro do currículo escolar.

Com 25 alunos e professores inscritos, é a primeira iniciativa deste teor no centro escolar padronês, cujo claustro de professores recebeu com interesse esta colaboração.

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Macau revisitado

Chrys Chrystello

Segunda das crónicas (veja-se aqui a primeira) da 15º edição dos Colóquios da Lusofonia da mão de Chrys Chrystello, diretor da AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) e presidente da Comissão Executiva dos Colóquios. O evento teve lugar em Macau entre 11 e 15 de abril de 2011, contando com a participação da académica Concha Rousia em representação da AGLP.

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Usemos a nossa fala

Professor Isaac Alonso Estraviz

O vice-presidente da Academia Galega, Isaac Alonso Estraviz, foi recentemente convidado pelo grupo de Pensionistas e Jubilados do sindicato Comisións Obreiras de Ourense para falar sobre a nossa língua e a necessidade de usá-la. A sua conferência esteve subordinada ao título "Usemos a nossa fala".

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Apresentada "Breve Antologia Poética" da obra de Guerra da Cal

Guerra da Cal: Breve Antologia Poética

Chegado o ano do centenário de Ernesto Guerra da Cal, já não é para ninguém surpresa que na sua pátria continue a ser ignorado, quando não vilipendiado e maldito, o nosso poeta, por se ter atrevido, desde o exílio, a dizer as verdades palmares sobre o português da Galiza (e antes ter combatido o fascismo espanhol com as armas na mão).

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