Membros Numerários

Seoane Dovigo, Maria (1972)

Seoane Dovigo, Maria (1972)

12 junho, 2016 | Hits:2336

  Maria Seoane Dovigo nasceu na Corunha em 1972. É licenciada em Filologia Hispânica pela Universidade da Co...

Cristóvão Angueira, José Ângelo (1965)

Cristóvão Angueira, José Ângelo (1965)

02 junho, 2011 | Hits:4091

José Ângelo Cristóvão Angueira É o primeiro secretário da Comissão Executiva da Academia Galega da Língua P...

Evans Pim, Joám (1983)

Evans Pim, Joám (1983)

02 junho, 2011 | Hits:4827

Joám Evans Pim  É editor e membro do Conselho de Redação do Boletim da AGLP. Nascido na Crunha, seguiu estudo...

Trilho, Joám (1942)

Trilho, Joám (1942)

03 junho, 2011 | Hits:3457

Joám Trilho Nasce no município de Negreira, Crunha. Estudou no Seminário de Santiago; Canto Gregoriano, Musicolo...

Vasques Souza, Ernesto (1970)

Vasques Souza, Ernesto (1970)

03 junho, 2011 | Hits:3651

Ernesto Vasques Souza  Nasceu na Crunha. Licenciado em Filologia hispânica (Subsecção de galegoportuguês) na U...

Gonçales Blasco, Luís (1941)

Gonçales Blasco, Luís (1941)

02 junho, 2011 | Hits:2784

Luís Gonçales Blasco, "Foz" Nado em Foz (1941), já desde a adolescência se interessa na identidade e na literat...

Nozeda Ruitinha, Mário Afonso (1953)

Nozeda Ruitinha, Mário Afonso (1953)

02 junho, 2011 | Hits:2938

Mário Afonso Nozeda Ruitinha Nasce em Ourense. É professor Ensino Primário desde 1977; atualmente, no CEIP A Tor...

Martins Estévez, Higino (1941)

Martins Estévez, Higino (1941)

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Higino Martins Estévez Nasceu em Buenos Aires de pais galegos. Viveu oito meses na Galiza do ano 1947. Como advoga...

Durão Rodrigues, Carlos (1943)

Durão Rodrigues, Carlos (1943)

02 junho, 2011 | Hits:3606

Carlos Durão Rodrigues Nasceu em Madrid, de família galega com tradição emigrante (Brasil, Catalunha, Cuba, Ve...

Paradelo Rodrigues, Francisco Manuel (1966)

Paradelo Rodrigues, Francisco Manuel (1966)

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Francisco Manuel Paradelo Rodrigues, "Xico" Nasceu em Ourense. Autor e dinamizador de banda desenhada, iniciou o se...

Vásquez Corredoira, Fernando (1965)

Vásquez Corredoira, Fernando (1965)

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Fernando Vásquez Corredoira Nasceu na Crunha. Licenciou-se em Filologia Galego-Portuguesa na Universidade da Crunh...

Alonso Estraviz, Isaac (1935)

Alonso Estraviz, Isaac (1935)

01 junho, 2011 | Hits:3420

 Isaac Alonso Estraviz (*) É o primeiro vice presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa, membro da Comi...

Patronato da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa

11 agosto, 2020 | Hits:346

Alonso Estraviz, Isaac (1935) Álvarez Cáccamo Celso (1958) Barbosa Álvares, José Manuel (1963) Brea Hernández, Âng...

Vidal Bouzon, Álvaro Jaime (1968)

Vidal Bouzon, Álvaro Jaime (1968)

03 junho, 2011 | Hits:3249

Nasceu em Irijoa (Crunha). É Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidade de Santiago de Compostela, Diplomado ...

Barbosa Álvares, José Manuel (1963)

Barbosa Álvares, José Manuel (1963)

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José Manuel Barbosa Álvares Nado em Ourense, é Diplomado em Professorado de Ensino Geral Básico pela Escola Uni...

Herrero Valerio, Mario (1968)

Herrero Valerio, Mario (1968)

12 junho, 2016 | Hits:2094

  CURRICULUM VITAE   Mário J. Herrero Valeiro   Corunha (02-02-1968)    ...

Álvarez Cáccamo Celso (1958)

Álvarez Cáccamo Celso (1958)

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Celso Álvarez Cáccamo Natural de Vigo, formou-se academicamente na Galiza, na Catalunha e nos Estados Unidos: na ...

Montero Santalha, José-Martinho (1947)

Montero Santalha, José-Martinho (1947)

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José-Martinho Montero Santalha É o primeiro presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa, membro da Comiss...

Rodrigues Fagim, Valentim (1971)

Rodrigues Fagim, Valentim (1971)

02 junho, 2011 | Hits:3498

 Valentim Rodrigues Fagim  Nasceu em Vigo. É licenciado em Filologia Galego-portuguesa pela Universidade de Sant...

Reimunde Norenha, Ramom (1949)

Reimunde Norenha, Ramom (1949)

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 Ramom Reimunde Norenha Nasceu na paróquia de São Martinho de Mondonhedo, no concelho de Foz, na Marinha de Lugo...

Vásquez Freire, Xavier (1976)

Vásquez Freire, Xavier (1976)

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Xavier Vásquez Freire Nasceu na Crunha. Tem cursado estudos de Filologia Galega na Universidade da Crunha, além t...

Brea Hernández, Ângelo José (1968)

Brea Hernández, Ângelo José (1968)

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Ângelo José Brea Hernández Nasceu em Santiago de Compostela. Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidad...

Soutelo, Rudesindo (1952)

Soutelo, Rudesindo (1952)

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Rudesindo Soutelo Nasceu em Valdrães-Tui (Galiza). Estudou nos Conservatórios de Vigo, Madrid e Schaffhausen (Sui...

Veiguela Martins, Crisanto (1959)

Veiguela Martins, Crisanto (1959)

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Crisanto Veiguela Martins Nasce em 1959 na vila da Veiga de Riba d’Eu, sob administração asturiana. Em Composte...

Vilhar Trilho, Xavier (1943)

Vilhar Trilho, Xavier (1943)

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Xavier Vilhar Trilho (*) Nasceu no lugar de Bazarra, freguesia de Toba, concelho de Cée, província da Crunha. Lic...

Rousia, Concha (1962)

Rousia, Concha (1962)

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Concha Rousia É vice-secretária da Comissão Executiva da Academia Galega da Língua Portuguesa, do Conselho de R...

Rei Samartim, Isabel (1973)

Rei Samartim, Isabel (1973)

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 Isabel Rei Samartim Nasceu na Estrada. Titulou-se em 1995 no Conservatório Superior de Música, da Crunha, acaba...

Gil Hernández, António (1941)

Gil Hernández, António (1941)

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António Gil Hernández É membro da Comissão de Lexicologia e Lexicografia, e diretor do Boletim da AGLP no Conse...

Rodrigues Fernandes, Jose Ramão (1955)

Rodrigues Fernandes, Jose Ramão (1955)

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José Ramão Rodrigues Fernandes Nasceu no concelho do Incio (Lugo-Galiza), no lugar de Penaxubeira. Estudou eletr...

Paz Rodrigues, José (1950)

Paz Rodrigues, José (1950)

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José Paz Rodrigues É Professor de EGB (em excedência desde 1971), Licenciado em Pedagogia e Graduado pela Univer...

Presidente da Fundação AGLP entrevistado pela Antena 2


Páginas de Português, programa da Antena 2 (RTP) virado para toda a atualidade à volta da língua portuguesa, entrevistou Ângelo Cristóvão, presidente da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, na edição de passado 22 de janeiro, no contexto de um programa que homenageou, lembrou e reivindicou a pessoa e obra do saudoso Manuel Rodrigues Lapa, além do brasileiro Serafim Pereira Neto.

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Novas da Galiza entrevista protagonistas galegos do Acordo Ortográfico luso-brasileiro

Alexandre Banhos e Ângelo Cristóvão na Assembleia da República

Alexandre Banhos e Ângelo Cristóvão em destaque

Eduardo Maragoto - Anos depois do falecimento de Lindley Cintra, Celso Cunha ou Rodrigues Lapa, grandes filólogos portugueses amigos da Galiza, o reintegracionismo voltou a pôr a Galiza no centro do debate sobre o futuro da língua comum. Foi numha sessom parlamentar sobre o Acordo que aproxima as ortografias brasileira e portuguesa (também usada nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa – PALOP – e Timor) realizada no máximo órgao da soberania popular de Portugal, a Assembleia da República.

Apesar dos medos deste último país, o Acordo será provavelmente assumido em toda a Lusofonia nos próximos anos. A Junta, como se o galego gozasse de óptima saúde, nada quijo saber. O reintegracionismo, unido, foi o representante da Galiza em Lisboa, com as vozes de Alexandre Banhos, da Associaçom Galega da Língua (AGAL), e Ângelo Cristóvão Angueira, da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa.

Porque é importante o Acordo (conhecido como ‘de 90’) para a Lusofonia?

A. B. : A nossa língua, o português, que assim é conhecida internacionalmente, é a única entre as internacionais que nom tem umha normativa universalmente aceite em todos os Estados onde é oficial. No século XVIII criou-se a Academia das Ciências de Lisboa, mas nunca chegou a elaborar umha norma nem um vocabulário ortográfico. A responsabilidade caiu assim nos governos, nos políticos; em 1911 som fixadas as primeiras normas polo governo português, mas o Brasil nom aceita. Actualmente há duas normas (deixando de parte o caso do galego): a brasileira (do grupo Globo) e a portuguesa (usada também nas ex-colónias). Houvo antes várias tentativas de acordo. O Acordo de 1990 é menos radical que o de 1986, tendo sido importante o contributo de umha delegaçom galega de observadores. Implica aceitar a importáncia que tem o Brasil para a língua (com 190 milhons de falantes entre 250), e iniciar umha dinámica interna na língua que a afaste das decisons políticas. No futuro, estas questons deviam ser competência do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

E porque é importante para umha Galiza que nom pode acompanhá-lo institucionalmente?

A. B. : Estarmos aí é afirmarmos a nossa pertença ao mundo da nossa língua. Foi um facto extraordinário a presença de representantes galegos – da Galiza civil e nacional, nom da regional e oficial.

A. C. : Em Lisboa apresentamos a posiçom institucional da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa e a das Entidades Lusófonas Galegas. Tendo em conta a ausência de participaçom do governo galego, representamos a posiçom da Galiza. Além disto, a recepçom na CPLP e na Academia das Ciências de Lisboa evidencia uma predisposiçom de Portugal e do conjunto dos países lusófonos para a integraçom do nosso país nesse espaço, do ponto de vista cultural. Do ponto de vista político, parece que o Governo Galego deu algum passo nesta linha. A Academia Galega da Língua Portuguesa, que será constituída nos próximos meses, iniciará o relacionamento e colaboraçom institucional com as outras academias lusófonas. Estamos certos que os próximos anos servirám para um maior reconhecimento e presença do português galego na cena internacional.

A que se devem as reticências portuguesas?

A. B. : Os modelo português e brasileiro tenhem algumhas características dissemelhantes na expressom oral, e o Acordo talvez dependa demasiado disso, sendo mais estáveis os sistemas de línguas internacionais onde a escrita nom depende tanto da pronúncia (um inglês fonológico duraria pouco como língua internacional). Os portugueses som cientes que o Acordo é uma cessom maior pola sua parte que por Brasil, e eles sentem a língua de modo mui particular.

A. C. : Deve-se à incapacidade de alguns lingüistas notáveis, de alguns editores e de sectores da sociedade em se adaptarem à realidade presente. O português do século XXI é umha língua policêntrica. A questom que se pom em Portugal, e também na Galiza, é continuar à margem da unidade da escrita, ou aderir ao conjunto. Isto nom modifica pronúncias nem impede refletir as caraterísticas de cada umha das variedades regionais e nacionais.

O reintegracionismo foi unido a Lisboa...

A. C. : A AGAL permaneceu à margem dos Acordos Ortográficos em 1986 e 1990. A sua incorporaçom ao processo de unidade, em 7 de Abril, fecha umha etapa de divergências. As associaçons lusófonas continuaremos unidas, porque as tarefas e os reptos que venhem a seguir exigem colaboraçom. Contodo, isto nom acarreta que todos devamos dedicar-nos às mesmas atividades.

A. B. : O reintegracionismo goza de umha unidade difícil de encontrar noutros movimentos da Galiza, mesmo entre as posturas mais divergentes. Além disso, é muito fácil mantermos a mesma postura numha questom que já tinha sido bem defendida por umha delegaçom galega no próprio Acordo. Quando à AGAL lhe foi comunicado informalmente o convite, convidamos todas as entidades reintegracionistas para que a nossa voz fosse a de todos.

Para além das vossas intervençons, a vossa presença em Lisboa suscitou o interesse das outras delegaçons lusófonas?

A. C. : Sim, especiamente de Portugal e do Brasil, de onde recebemos convites para a participaçom em futuras actividades. Espero que os lingüistas saibam entender o sentido desta participaçom galega, desta conjunçom de vontades, e assumam a sua responsabilidade histórica.

Fonte original:

 

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Cristóvão Angueira, José Ângelo (1965)

José Ângelo Cristóvão Angueira

É o primeiro secretário da Comissão Executiva da Academia Galega da Língua Portuguesa e secretário e membro do Conselho de Redação do seu Boletim.

Nasceu em Santiago de Compostela. Licenciado em Psicologia pela Universidade de Santiago (1988), especializou-se em Psicologia Social. Empresário, Presidente da Associação Cultural Pró AGLP e secretário da Academia Galega da Língua Portuguesa desde a sua fundação, em 20 de Setembro de 2008. Faz parte da Junta Diretiva da Associação de Empresários de Padrão (Galiza).

Na internet é responsável pela página web www.lusografia.org.

Inicia o seu contributo à Sociolinguística em 1987 participando no III Congreso Español de Psicología Social (València), com a comunicação: «Uma escala de atitudes perante o uso da língua», publicada posteriormente na revista Agália.

Nesse ano colabora na criação da Comissão Sociolinguística da AGAL, de que é coordenador até 1990. Publica na revista Noves de Sociolinguística (Barcelona) «Bibliografia de sociolinguística lusófona», reeditada na revista Temas do Ensino de Linguística e Sociolinguística (Braga).

Em novembro de 2004 edita o primeiro livro em português do sociólogo catalão Lluís V. Aracil: Do latim às línguas nacionais: introdução à história social das línguas europeias (AAG-P, Braga), apresentado no II Seminário de Políticas Linguísticas da Associação de Amizade Galiza-Portugal.

Em 7 de abril de 2008 intervém na Conferência Internacional / Audição Parlamentar sobre o Acordo Ortográfico na Assembleia da República Portuguesa, representando a associação promotora da Academia Galega da Língua Portuguesa, e em defesa da unidade da língua escrita.

Faz parte da organização dos Colóquios da Lusofonia em Bragança e nos Açores, tendo participado ativamente nas diversas edições, desde 2001.

Publicou os seguintes artigos: (1988a) «Identidade linguística na Galiza espanhola» in Nós, núm. 16-20; (1988b) «Uma escala de atitudes perante o uso da língua» in Agália, n.o 14; (1988c) «Considerações sobre as atitudes face à língua na Galiza» in Temas do Ensino de Linguística e Sociolinguística, vol. IV-V; (1989) «Aspectos sociolinguísticos da problemática linguística e nacional na Galiza espanhola» in Actas do II Congresso da Língua Galego-Portuguesa na Galiza; (1990) «Bibliografia de Sociolinguística lusófona» in Temas do Ensino de Linguística e Sociolinguística, vol. VI; in Noves de Sociolingüística, n.o 9; (1992) «Language Planning: Atitudes» in Actas I Congreso de Planificación Lingüística; (1994 [2009]) «Medição de variáveis: competência e uso linguístico», in Galiza: Língua e Sociedade; (2003) «Paradoxos da Galiza» in Semanário Transmontano, 3 de julho; (2004 [2009]) «Questione della lingua: introdução e bibliografia», c VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16-17-18 de Setembro, in Galiza: Língua e Sociedade; (2004), editor de Lluís V. Aracil: Do latim às línguas nacionais: introdução à história social das línguas europeias.

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